DANÇA DO JORNAL: o instrutor espalha folhas de jornal pelo chão da sala, em número igual ao de participantes no exercício. depois coloca uma música de fundo e pede aos mesmos que andem aleatoriamente pela sala. enquanto a música toca e os participantes caminham, o instrutor informa que realizará uma “brincadeira” semelhante à “dança das cadeiras”. alerta os mesmos de que as folhas espalhadas no chão substituirão as cadeiras, e que ao parar a música os mesmos deverão pisar em uma destas folhas para não serem “eliminados” da brincadeira. aqueles que forem “eliminados” deverão apresentar-se aos demais ( ou responder uma questão a ser sorteada ). o exercício segue à partir do momento em que o instrutor retira uma ou mais folhas do chão da sala, e faz uma pausa na música. isso ocorre repetidas vezes, até que reste somente um “vencedor”. a este é dada a oportunidade de escolher livremente sua forma de apresentar-se aos demais. aquecimento / apresentação
CIDADE IMAGINÁRIA: o instrutor informa aos participantes que eles irão “criar uma cidade”, da qual serão uma parte através da escolha de um objeto, local ou animal. importante ressaltar que nenhum participante pode se apresentar como sendo um ser humano. nesta apresentação os mesmos dirão aos demais o que gostariam de ser, e o porquê da escolha. aquecimento / apresentação
FÓSFORO: o instrutor forma um círculo com as cadeiras, distribuindo a um dos participantes ( escolhido aleatoriamente ou que seja voluntário ) uma caixa de fósforos. este participante deverá abrir a caixa e acender um fósforo, apresentando-se livremente para os demais durante o tempo em que a chama do fósforo estiver acesa. o palito deve ser apagado ( e a apresentação encerrada ) quando a chama se aproximar dos dedos do participante, ou quando este não tiver mais nada a dizer. as apresentações dos demais ocorrem na seqüência, sempre seguindo a mesma orientação. apresentação
CÍRCULO: o instrutor orienta os participantes a formar um círculo em pé, todos de mãos dadas. a tarefa consiste em que o grupo todo consiga inverter a posição do círculo, fazendo com que todos os seus integrantes fiquem “virados para fora”. importante reforçar, na instrução, que nenhum participante poderá soltar as mãos ou ficar com estas torcidas, bem como desistir do exercício. o instrutor pode estimular o grupo com pequenas “dicas”, caso este demonstre certa dificuldade em resolver o exercício. aquecimento / trabalho em equipe
LOBO, CAÇADOR E VOVÓZINHA: o instrutor divide os participantes em 2 grupos, orientando-os a que escolham em segredo um destes personagens. informa que a cada personagem corresponde um tipo de movimento, que deverá ser imitado por todos os componentes do grupo assim que o instrutor determinar o início do exercício. os mesmos deverão estar dispostos lado a lado com os integrantes do seu grupo, ficando de frente para os componentes do outro grupo. de acordo com a “combinação” dos personagens escolhidos poderá ocorrer empate, ou um dos grupos sairá vencedor. o exercício poderá ser repetido algumas vezes ( 3 a 5 rodadas ), sempre orientando os participantes a modificarem a escolha do personagem para “marcar pontos” aquecimento / descontração
CONDUÇÃO: o instrutor espalha pela sala, de forma aleatória, vários objetos ( mesas, cadeiras, cestos, etc. ). a seguir solicita aos participantes que formem duplas para a realização de um exercício. diz aos mesmos que, durante alguns minutos, caminharão em duplas pela sala de forma livre, tomando cuidado para não bater nos objetos que se encontram espalhados. acrescenta a informação de que o exercício consiste em que um dos elementos da dupla esteja com os olhos fechados ou vendados, sendo o parceiro “responsável” por conduzi-lo pelo local. estipula o tempo de 2 minutos para o exercício. solicita que os elementos de cada dupla combinem quem ficará de olhos fechados na 1º etapa da atividade, dando início ao exercício. após o término do tempo estipulado, o instrutor solicita a todos que fechem os olhos e fiquem em silêncio para registrar os sentimentos presentes no momento. após isso, pede que lentamente abram os olhos e, sem conversar, invertam os papéis. o exercício é repetido novamente por 2 minutos, ao final dos quais solicita que todos voltem a fechar os olhos e a registrar o que sentiram na memória. são novamente orientados a abrir lentamente os olhos e, frente a frente com o companheiro de dupla, comentar os sentimentos e sensações provocados pelo exercício. após alguns minutos de troca de impressões, o instrutor propõe que se faça discussão grupal à partir de depoimentos espontâneos dos mesmos sobre a vivência. o instrutor participa através do relato de suas observações. sensibilização
CORRIDA DE BEXIGAS: o instrutor divide os participantes em 3 grupos, com o mesmo número de elementos. pede aos mesmos que se organizem em “fila indiana”, deixando espaço livre entre as fileiras para que os colegas possam passar. entrega ao primeiro participante de cada fila uma bexiga, a qual pede que seja enchida e amarrada para não murchar. após isso é dada a instrução de que os participantes, após o sinal do instrutor, deverão rapidamente passar a bexiga por debaixo das pernas para o colega de fila atrás de si, e assim sucessivamente até que esta chegue até o último elemento do grupo. este, por sua vez, deverá correr para a frente de sua fila, assumindo a primeira posição e reiniciando o exercício da mesma forma. a competição termina quando, após passar a bexiga e trocar de posição sucessivamente, o participante de um dos grupos que iniciou o exercício voltar novamente à 1º posição em sua fila. este exercício pode ser repetido algumas vezes. uma regra que pode ser colocada inicialmente aos participantes é que, caso a bexiga de algum grupo estoure durante o exercício, aquele grupo ao qual ela pertence estará desclassificado naquela rodada. aquecimento / trabalho em equipe
BOMBA ATÔMICA: o instrutor “divide a sala” ao meio utilizando um barbante ou fita adesiva ( colocados no chão ). a seguir os participantes são divididos em 2 grupos, cada qual posicionando-se num dos lados da sala. o instrutor pede aos componentes dos grupos que se reunam, entregando a cada grupo ( ou sorteando ) uma tarefa a ser cumprida em no máximo 2 minutos. para realizar a tarefa proposta, porém, os mesmos são informados de que não poderão utilizar a fala ( ou seja, somente poderão utilizar a linguagem não-verbal ). os participantes dos 2 grupos não sabem, mas a tarefa de ambos é a mesma: convencer todos os membros do outro grupo a “atravessar” para o seu lado da sala, salvando-se assim de um “desastre nuclear”. dá-se início ao exercício, e depois comenta-se o ocorrido, esclarecendo a todos quais foram as “tarefas”sorteadas”. competição
MASSAGEM COM BEXIGAS: o instrutor orienta os participantes a formar duplas. entrega uma bexiga a cada dupla, solicitando que a encham. orienta os mesmos a escolher a pessoa da dupla que começará o exercício, havendo a inversão de papéis no segundo momento. informa ser este exercício uma atividade de sensibilização, e que para ser feito adequadamente requer atenção, concentração e seriedade dos participantes. tem como objetivo utilizar, durante cerca de 2 minutos, um objeto intermediário ( bexiga ) para “massagear” o corpo do colega de formas variadas ( ritmo, intensidade, etc. ). é reforçada a importância de que os participantes “se dediquem ao colega da dupla”, buscando estar atentos aos sentimentos e sensações que possam vir a surgir. o instrutor dá início ao exercício colocando ao fundo uma música suave, e solicitando que os participantes não falem durante a atividade. decorridos os 2 minutos iniciais, pede-se aos mesmos que interrompam a “massagem”, fechem os olhos e registrem na memória o que estão sentindo. após alguns instantes, solicita que abram os olhos lentamente e invertam os papéis na dupla. novamente dá-se início ao exercício por mais 2 minutos. ao final desta 2º etapa, repete-se o momento do registro de sentimentos e sensações presentes, passando-se a seguir à troca de experiências entre os componentes da dupla. após isso, abre-se espaço para que depoimentos livres possam ocorrer no grupo maior. é importante ressaltar as sensações experimentadas, as inibições, a relação confiança x desconfiança, etc. sensibilização
ARBUSTO/ ISA: exercício semelhante à técnica de “massagem com bexigas”, porém sem uso de objeto intermediário. consiste em formar duplas entre os participantes para, durante cerca de 2 minutos, através de “toques” com as mãos, transmitir ao colega a sensação deste ser um “arbusto” que é movimentado à partir da intensidade variável do vento. o instrutor coloca uma música suave de fundo, passando a orientar os componentes da dupla a escolherem seus papéis no 1º momento do exercício passa, então a narrar uma estória que serve de base para que todos busquem imaginar-se nos papéis escolhidos neste momento. decorridos 2 minutos de sua narrativa, orienta os mesmos a cessar os movimentos, fechar os olhos e registrar as sensações presentes. a seguir, repete-se a seqüência com inversão de papéis entre os participantes das duplas, novamente encerrando com o registro na memória do ocorrido e a troca entre os elementos da dupla. a 3º etapa é de exposição livre das experiências no grupo maior. sensibilização
ZOOLÓGICO: o instrutor orienta os participantes a formar um círculo com as cadeiras. informa que será realizado um “passeio” imaginário num zoológico, e pede sugestões de nomes de animais que são encontrados neste local. escolhe 3 desses animais e relaciona seus nomes no quadro negro ou em folha de flip-chart. a seguir distribui os “papéis“ dos animais selecionados entre os participantes, informando que irá narrar uma estória de passeio ao zoológico. alerta todos sobre a importância de ficarem atentos ao relato da estória, pois sempre que um ou mais animais dos escolhidos forem citados, os participantes ”sorteados” com esses personagens deverão levantar-se rapidamente de suas cadeiras e trocar de lugar com um colega que também recebeu a mesma tarefa. porém, todas as vezes em que for citada a palavra zoológico, todos os participantes deverão trocar de lugar. após algum tempo de narrativa da estória e troca de lugares, o instrutor se senta em uma das cadeiras vazias, transferindo a tarefa de continuar a narrativa do “passeio” para o participante que “sobrar” no centro do círculo. aquecimento
GRITO DE GUERRA: o instrutor divide os participantes em 3 grupos, solicitando que durante alguns minutos cada grupo discuta e defina um “grito de guerra”. após isso, pede que se posicionem em “fila indiana” e dá as instruções do exercício aos mesmos. informa que algumas tarefas serão solicitadas, e que os integrantes dos grupos deverão executá-las, simultaneamente, no menor espaço de tempo possível. imediatamente a seguir deverão executar seu “grito de guerra”. o instrutor acompanha o exercício, prestando atenção a qual grupo cumpre a tarefa primeiro e executa seu “grito”. a seguir confere se não há erro na tarefa executada pelo grupo, marcando um ponto se tudo estiver correto. podem ser solicitadas entre 3 ou 5 tarefas aos grupos, sendo vencedor o grupo que cumprir o maior número delas de forma correta. as sugestões de tarefas são: data de nascimento dos participantes, ordem dos signos dos mesmos, tamanho crescente ou decrescente dos pés ou mãos / altura, etc. aquecimento / trabalho em equipe
TEATRO:
BAILE: o instrutor coloca uma música ao fundo, convidando os participantes a participar de uma festa. informa que durante a execução da música os mesmos ficarão livres para fazer o que quiserem ( dançar, cantar, conversar ). após isso, o instrutor sai de cena e, sem dizer nenhuma palavra, circula pela sala oferecendo algo aos participantes ( doces, salgados, refrigerantes, etc. ) como se estivesse servindo os convidados de uma festa. ao final propõe discussão grupal sobre o ocorrido no ambiente criado.
influência grupal / drogas
PASSA/REPASSA: o instrutor elabora uma série de questões sobre um tema que queira explorar / transmitir conhecimentos. inicia o exercício dividindo os participantes em 4 grupos, que são numerados e posicionados em círculos nos cantos da sala. a seguir informa a todos tratar-se de uma atividade semelhante ao jogo “passa/repassa”, no qual serão feitas perguntas a serem respondidas pelo grupo que tem a vez. a pergunta pode ser respondida ou passada / repassada para os demais grupos a seguir. importante ressaltar que o grupo da vez não perde pontos se a resposta dada estiver errada, o que já não ocorre com os grupos para os quais a questão for passada / repassada e respondida erradamente. no quadro negro ou folha de flip-chart é anotada a pontuação dos grupos, os quais terão oportunidade de responder o mesmo número de perguntas dos demais. o instrutor pode oferecer algum tipo de premiação ao grupo vencedor, como forma de incentivo. competição / trabalho em equipe / conhecimentos específicos
CANETA NA GARRAFA: o instrutor corta alguns pedaços de barbante, de tamanhos diferentes, amarrando uma das pontas de cada barbante a uma única caneta. após isso, solicita 5 ou 6 voluntários para participar do exercício. os participantes voluntários se posicionam ao redor de uma garrafa que é colocada no centro da sala. o instrutor orienta os participantes a amarrarem ao redor da cintura uma ponta de um dos barbantes atados à caneta, ficando a amarração às costas dos mesmos. os participantes, virados de costas para o centro da sala ( e consequentemente para a garrafa ), recebem a tarefa de juntos encaixarem a caneta na boca da garrafa. o exercício pode ser feito de forma livre ( podem olhar e conversar entre si ), através de “dicas” dadas pelos demais colegas que estão observando ( os participantes não podem olhar ) ou comunicando-se através de sinais ( mímica ).
aquecimento / descontração / trabalho em equipe
CONSENSO: os participantes recebem uma folha individual, a qual contém uma situação a ser analisada ( ex.: abrigo subterrâneo, naufrágio, viagem ao espaço, etc. ), registrando suas opções de resolução do problema colocado. após alguns minutos o instrutor divide os participantes em 2 ou 3 grupos, distribuindo a estes uma nova folha com as mesmas alternativas a serem analisadas e numeradas em seqüência de acordo com a decisão grupal, levando-se em consideração as decisões individuais da etapa inicial. após alguns minutos parte-se para a 3º etapa do exercício, na qual cada grupo expõe o resultado final de seu trabalho aos demais, podendo ser questionado sobre as escolhas feitas. por fim, caso haja um raciocínio lógico para o exercício proposto, este é explicitado pelo instrutor. a seguir, segue-se uma análise do trabalho grupal.
trabalho em equipe / consenso / processo de comunicação
ONDINHA: o instrutor forma um círculo com as cadeiras, solicitando que os participantes se sentem. após isso, informa que irá começar narrando uma pequena estória, na qual serão mencionadas as expressões: ondinha p/ esquerda, ondinha p/ direita ou tempestade. os participantes deverão estar atentos, pois estas orientações dizem respeito à forma como os mesmos se movimentarão nas cadeiras. importante ressaltar que quando for utilizada a expressão “tempestade”, todos deverão trocar rapidamente de lugar. após alguns minutos de aquecimento, o instrutor se senta em uma das cadeiras, sendo responsabilidade do participante que ficou em pé no centro da sala de dar continuidade ao exercício.
aquecimento / lateralidade
NÓ EM DUPLAS: o instrutor pede aos participantes que se dividam em duplas, entregando a cada uma delas 2 pedaços de barbante. pede que ambos se auxiliem para amarrar cada ponta de seu barbante a um dos pulsos , em seguida o mesmo ocorrendo com o outro parceiro da dupla. importante que os barbantes sejam amarrados cruzados ao do colega da dupla. o exercício consiste em que ambos os participantes de cada dupla descubram uma forma de “ficar livres” do parceiro sem desatar nenhum dos nós.
aquecimento / raciocínio
TRIBUNAL: o instrutor propõe discussão sobre um tema que suscite divergência de opiniões. solicita, então, cerca de 10 voluntários que queiram discuti-lo. a seguir divide-os em 2 grupos, distribuindo aleatoriamente ( ou por sorteio ) os papéis de “advogados de defesa” e “advogados de acusação”. orienta os presentes de que será feito um exercício de simulação de um “julgamento”, dizendo que os voluntários terão a função de “advogados”, enquanto os demais serão os “jurados”. esclarece que sua função será a de “juiz” , sendo responsável pela condução do julgamento. deixa claras quais são as regras, estabelecendo qual a ordem dos pronunciamentos e o tempo dos mesmos. sanadas as dúvidas, concede aos “advogados de defesa” e “advogados de acusação” alguns minutos para que definam a estratégia a ser adotada pelos mesmos. após isso dá início ao “julgamento”. após o término dos pronunciamentos, o instrutor solicita aos “jurados” que reflitam individualmente sobre seu voto. solicita, então, que os mesmos emitam seus votos para que se chegue ao veredicto final. o exercício termina após o pronunciamento do “juiz”, passando-se a discussão grupal sobre o ocorrido.
trabalho em equipe / persuasão
CURTO-CIRCUITO: o instrutor solicita um voluntário, pedindo a este que aguarde alguns instantes fora da sala. após isso, diz aos demais que eles permanecerão sentados em seus lugares, sem falar, e que o voluntário entrará na sala e terá 3 oportunidades para tentar descobrir quem está em “curto-circuito”. essa pessoa poderá ser escolhida pelo instrutor ou candidatar-se para tal função. os participantes são informados de que o voluntário irá encostar a mão na pessoa que acredita “estar em curto”. no caso de erro, será avisado de que deve tentar novamente. no caso de acerto, no exato momento em que o voluntário tocar na pessoa “em curto”, os demais deverão dar um grito bem alto ao mesmo tempo, para assustá-la. aquecimento
VIRAR O BARCO: o instrutor solicita 6 ou 7 voluntários para realizar um exercício, colocando o mesmo número de cadeiras lado a lado no centro da sala. pede aos mesmos que se sentem, dando-lhes a tarefa de inverter a posição em que estão sentados, juntamente com as cadeiras. o detalhe é que para isto não poderão encostar os pés no chão em nenhum momento. pode-se ou não estipular tempo para execução da tarefa. trabalho em equipe / criatividade
NÓ HUMANO: o instrutor pede aos participantes que formem um círculo de mãos dadas, em pé. pede que cada participante olhe com atenção para quais pessoas está dando as mãos, chamando a atenção destes para a questão da lateralidade ( mão direita / mão esquerda ). após isso, pede a todos que soltem as mãos e caminhem de forma aleatória pela sala. depois de alguns instantes pede a estes que parem onde estiverem, procurando observar em que local da sala estão as pessoas a quem o participante deu as mãos no início da atividade. a orientação seguinte é de que, procurando mover-se somente o estritamente necessário, o participante busque unir sua mão direita à mão esquerda de quem estava ao seu lado inicialmente, o mesmo sendo feito com a mão esquerda. após todos terem dado novamente as mãos, o instrutor orienta a todos de que a tarefa é “desatar o nó” , sem soltar as mãos, retomando a formação inicial em círculo.
aquecimento / conhecimento grupal / apresentação
CORRIDA (BOLA PING-PONG) : o instrutor divide os participantes em 2 grupos, que se sentam em uma das cadeiras das 2 filas formadas frente à frente. dispostos frente à frente, em mesmo número de pessoas, os participantes são orientados a utilizar somente os pés para “passar” uma bola de ping-pong do primeiro ao último elemento da fila. caso a bola de ping-pong caia durante a passagem de um para o outro, a mesma deve ser devolvida ao primeiro elemento da fila, o qual reiniciará o exercício. é vencedor o grupo que concluir a tarefa primeiro. aquecimento / descontração / trabalho em equipe
FANTASIA DIRIGIDA : o instrutor organiza as cadeiras em círculo, pedindo aos participantes que se sentem relaxadamente e fechem os olhos. coloca uma música suave de fundo, passando a narrar uma estória da qual os mesmos procurem sentir-se fazendo parte. durante a narrativa da estória, o instrutor adiciona estímulos sensoriais, visuais e auditivos à situação, dando ênfase à fantasia/imaginação. após o término da estória, abre-se espaço para que os participantes relatem livremente os sentimentos e sensações vividos no exercício.
relaxamento / sensibilização
FORMAS DE ANDAR : o instrutor divide o espaço físico da sala ao meio, utilizando barbante ou fita crepe ( no chão ). orienta os participantes a se posicionarem num único lado da sala, e informa que o exercício consiste em que estes atravessem para o outro lado da mesma “andando de formas diferentes”. neste exercício não é permitido repetição das formas de andar já executadas por outro colega, porém não é proibido realizar a atividade em conjunto com os demais. os participantes têm de “criar” novos movimentos a cada passagem, sendo que o exercício termina à medida em que os participantes não conseguem criar novas formas de andar.
aquecimento / descontração / criatividade
NÚMEROS: o instrutor solicita a participação de 10 voluntários ( divididos em 2 grupos ) para a realização de um exercício com folhas que contém números de 1 a 60 misturados. solicita a estes que aguardem fora da sala, enquanto orienta os demais. a estes informa qual será o exercício, pedindo que não se manifestem durante a atividade, mas observem e expliquem depois o resultado final. após isto coloca no centro da sala uma mesa com5 cadeiras, pedindo que os 5 voluntários do grupo 1 entrem novamente na sala e se sentem nas cadeiras ao redor da mesa. dá a estes as instruções iniciais, informando-os que receberão folhas com números misturados, tendo o tempo de 2 minutos para encontrar e marcar, na seqüência, a maioria de números possível. o exercício é cronometrado pelo instrutor, que fornece 3 folhas ( uma a cada etapa ) a cada participante, marcando a pontuação no quadro negro. terminado o exercício com o grupo 1, seus componentes são orientados a sentar junto aos demais e observar. a seguir, o instrutor chama para a sala os componentes do grupo 2, que realizam o mesmo exercício no espaço de tempo preestabelecido, também em 3 etapas. a pontuação dos elementos desse grupo também é marcada no quadro negro. após isso propõe-se a discussão entre todos do grupo para explicar o resultado do exercício, tendo como temas centrais a motivação e o trabalho sobre pressão. trabalho em equipe / motivação / desempenho sob pressão
CORDA: o instrutor divide os participantes em 2 grupos, fornecendo tiras de pano aos elementos de um dos grupos. pede a estes que coloquem as vendas nos olhos dos colegas. após isso, passam a observar o exercício, sem se manifestar. a tarefa a ser realizada consiste em, utilizando uma corda de 5 metros de comprimento, no tempo máximo de 10 minutos, “montar” uma casa ( ou barco ). o instrutor observa a realização do exercício, notando o desempenho de cada participante na atividade. terminada a tarefa ( ou o tempo estipulado ), o instrutor pede que os participantes tirem as vendas e observem o resultado do trabalho grupal. a etapa seguinte consiste em que os participantes do grupo 1 vendem os do grupo 2 ( que estavam na observação ). a estes é concedido o mesmo tempo e a tarefa de “montar” um carro ( ou avião ). o instrutor novamente observa a realização do exercício, avaliando o desempenho dos participantes. ao término da tarefa eles tiram as vendas e observam o resultado do trabalho realizado. a terceira etapa do exercício consiste em que todo o grupo, sem vendas nos olhos, utilize a corda para “montar” o que quiser durante 10 minutos. novamente o instrutor observa e avalia o desempenho dos participantes.
trabalho em equipe / criatividade / iniciativa
ESPELHO: o instrutor divide os participantes em duplas, orientando-os de que o exercício terá 2 momentos: no 1º, um elemento da dupla será o espelho e o outro o objeto ; no 2º, ocorrerá a inversão de papéis. cada etapa terá a duração máxima de 2 minutos. após a escolha dos papéis em cada dupla, o instrutor explica que o “espelho” deverá “refletir” ( imitar ), da forma mais semelhante possível, os movimentos do “objeto”, e vice-versa no momento da 2º etapa. após a realização das 2 etapas, abre-se para discussão grupal sobre o que foi sentido no exercício. uma variação desta atividade é “seguir” com o corpo as mãos ou olhos do parceiro da dupla.
colocar-se no lugar do outro / concentração
ROUBAR O CLIENTE: o instrutor forma um círculo com cadeiras no centro da sala, , tomando o cuidado para que a quantidade seja de uma cadeira a mais do que o número de participantes. solicita voluntários para ocupá-las, porém deixa uma vazia. após isso, convida os demais a ficarem em pé atrás das cadeiras em que os colegas se sentaram. o instrutor informa que existe uma cadeira vaga, atrás da qual existe um participante. este será responsável por dar início ao exercício, tendo até 3 chances para convencer um dos colegas sentados nas demais cadeiras a levantar-se e sentar na que está à sua frente. isto deve ser feito de maneira disfarçada e rápida, sendo necessário para tal que o participante “ pisque “ para esta pessoa. aquele que perceber este “sinal” deverá levantar-se rapidamente e correr para o centro do círculo, sentando-se em seguida na cadeira vaga. o colega que não percebeu, ou não teve tempo de segurar o parceiro, passa então a dar continuidade ao exercício da mesma forma. importante lembrar que no máximo podem ser feitas 3 tentativas para “roubar” colega alheio. caso as 3 falhem, este senta-se na cadeira vaga à sua frente e escolhe outro participante que está em pé para ficar atrás de si. o exercício recomeça com aquele que teve o parceiro escolhido, o qual se levanta e vai para trás de sua cadeira e dá início a uma nova rodada. no final discute-se o exercício com todo o grupo. concorrência / agilidade
ESCULTOR X ESCULTURA: o instrutor divide os participantes em duplas, informando que este exercício será realizado em 2 etapas: no 1º momento um dos colegas será o “escultor”, e no 2º momento a “escultura”. o mesmo, de forma inversa, ocorrerá com seu parceiro de exercício. informa que será colocado um fundo musical, que não devem ser feitos quaisquer comentários durante a atividade, e que o colega que estiver no momento em que seu papel for o de escultura deverá relaxar e fechar os olhos. o exercício é feito em pé, sendo que cada etapa dura cerca de 2 minutos. a orientação é a de que o “escultor” procure dar uma "forma ao material” que está à sua frente, de forma livre. durante o exercício o instrutor sugestiona mudanças no tipo de “material” que está sendo trabalhado. após a troca de papéis no 2º momento, abre-se no final para comentários do grupo. sensibilização
NAUFRÁGIO: o instrutor orienta a todos os participantes que irá narrar a estória de um “naufrágio”, sendo que os mesmos deverão estar atentos ás orientações para “se salvar”. o exercício consiste em que, após a narrativa do “naufrágio”, os participantes se agrupem rapidamente no número de pessoas indicado pelo instrutor nos “botes salva-vidas”. os botes com número maior ou menor serão considerados “afundados” e seus integrantes “mortos” ( fora da brincadeira ). o exercício tem início à partir do momento em que todos andam aleatoriamente pela sala, ouvindo a narrativa da estória. à medida em que alguns botes vão afundando e seus tripulantes morrendo, após algumas rodadas restarão apenas alguns “ sobreviventes”. esta atividade pode ser utilizada como forma de montar grupos para realizar trabalhos em sala. aquecimento / individualismo
CÍRCULOS COLORIDOS: o instrutor afixa no quadro negro uma série de seqüências formadas através da combinação de círculos de 2 cores diferentes. a cada combinação corresponde uma pontuação. os participantes são divididos em 4 grupos, que se posicionam em círculo nos cantos da sala, sendo numerados de 1 a 4. cada grupo recebe 2 círculos coloridos, sendo orientados a combinar qual destes irão levantar ao sinal do instrutor. o objetivo é deixado claro: os grupos deverão obter o máximo de pontos possíveis. para tal, é esclarecida e combinada a quantidade de “rodadas” a serem realizadas, sendo que a pontuação de cada grupo é marcada no quadro-negro. ao final do exercício, abre-se discussão para avaliar o resultado obtido.
competição / espírito de equipe